sábado, 3 de março de 2012

Iracema
É uma história que aborda os conflitos tribais, interesse em conquistar territórios inimigos, além da força de um amor verdadeiro, diferenças culturais e mistura das raças.
Uma história de um amor entre Martim (um português) e Iracema  (índia Tabajara) que logo se apaixonam, porém é um romance proibido pois, ela é filha do Pajé de sua tribo.
Sendo a única maneira de viverem este amor é fugir, com a ajuda de Poti, amigo de Martim. Trazendo o sofrimento a Iracema que sente saudades de sua tribo e de seu pai, mas seu sentimento é tão intenso e verdadeiro pelo seu amado estrangeiro, que ela não deixa transparecer essa amargura.
Inicia-se uma batalha entre as tribos tabajaras e pitiguaras, pois Iracema foi ''roubada'' de sua tribo, segundo Arapuá.  
Mesmo finalmente juntos Martim sente saudades de sua pátria e da amada que lá deixou, fazendo com que seu amor por Iracema ficasse em 2º plano afastando-os de um certo modo. Porém a índia percebe o que o marido anda entristecido e distante, ela grávida sofre com a situação de seu amado.
Mas dentro de Iracema mora um amor tão grande que ela sente que precisa liberta-lo. Vendo sua morte como a única forma de seu amado voltar a sua pátria. Sem se alimentar e se cuidar como de costume, não aguenta mais viver, logo após dar à luz a Moacir (filho de seu sofrimento e o 1º cearense) ela entrega-o a Martim. Iracema é enterrada a beira de um coqueiro perto de um rio (que recebeu o nome de Ceará e logo as terras que o mesmo banhava recebeu este nome).


O livro traz uma série de emoções aos leitores.